quinta-feira, 8 de setembro de 2011

nothing on you.



E nas entrelinhas de cada farpa que nós trocamos ao telefone, eu murmurava um ‘eu te amo’. A cada bobeira que você me dizia, eu tentava focar no padrão da minha colcha, só pra não explodir ali mesmo.

'dói muito, mas eu não vou parar. a minha não-desistência é o que de melhor posso oferecer a você e a mim neste momento. '
Caio Fernando Abreu

Nenhum comentário:

Postar um comentário