domingo, 23 de outubro de 2011

new memories




E é claro que viraria uma confusão sem tamanhos, digna de dramas mexicanos. Haveria corações partidos, reviravoltas de cinema, beijos apaixonados e reencontros arrebatadores. Mas não me entenda mal, essa é só a minha previsão. E quem sabe, a minha versão dos fatos.
Mas e se eu disser que não me importaria com toda a confusão criada, que eu até iria rir dela? Porque, para mim (não finja que não saiba), valeria a pena. Eu mandaria pelos ares toda a prudência e a educação. Eu amarraria o medo e o jogaria da cobertura daquele prédio, o de sempre. Me transformaria na sua versão preferida de mim, dentre tantas.
E eu não me contentaria com pouco. Teria que ser só você, pra mim, por todo o tempo já escrito no nosso destino. Seria adolescente, seria insano, seria intenso, seria eu. Mas cadê as cordas para eu amordaçar o seu medo?

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